Star Wars: do pior ao melhor

Está chegando um dos momentos mais esperados do ano. Star Wars: Os Últimos Jedi está cada vez mais próximo de estrear nas telonas e o hype pelo filme só aumenta com as  especulações sobre o caminho que algumas personagens tomarão. Muito se fala sobre Luke Skywalker, a origem de Rey e o destino da Princesa Leia – visto que, no ano passado, a atriz Carrie Fisher, que interpretava a personagem, faleceu.

Nós aqui da Los Tres Caballeros decidimos dedicar alguns textos sobre essa saga de filmes dos quais somos grandes fãs, e, consequentemente, deixar o hype ainda maior.

Começando essa sequência de textos, resolvi fazer um ranking do pior ao melhor filme da saga. Todos têm a sua importância para a construção do universo intergaláctico criado por George Lucas, porém, sempre tem aquele que adoramos ou não, quaisquer que sejam os motivos.

 

Episódio I – A Ameaça Fantasma – Não há como começar senão por esse total desacerto da franquia. A forma como começaram a explicar a origem de Anakin Skywalker é vista por muitos como desastrosa. A tentativa de cientificar uma coisa mística que era a força, que conhecemos na trilogia clássica, deixou diversos fãs (e eu me incluo entre eles) furiosos. Além do mais, apresentar um vilão com o potencial para ser tão maléfico quanto o próprio Darth Vader e matá-lo no mesmo filme foi frustrante. Darth Maul tinha tudo para ser o sucessor (que no caso era antecessor) perfeito de Vader. Mas, mesmo com uma série de erros, também é possível ressaltar alguns acertos. A escolha de Liam Neeson para o papel de Qui Gon Jin foi excepcional, tanto quanto a de Ewan McGregor para viver o jovem Obi Wan Kenobi, além de Natalie Portman como Padmé Amidala. A cena da corrida de pods é uma das minha favoritas no filme, deixando claro o porquê de Anakin ser tão lembrado como ótimo piloto.

Episódio II – O Ataque dos Clones – As guerras clônicas estão presentes desde o lançamento do primeiro filme em 77. O Ataque dos Clones é o filme que introduz um dos mais importantes eventos de toda a saga. É estranho ver que tanto tempo se passa desde que Anakin se tornou um padawan, pois, quando ele volta e encontra-se com Padmé, parece que ela não envelheceu da mesma forma. Anakin passa de uma mera criança para um jovem, enquanto Padmé, que já atingiu o cargo de Senadora, continua com a mesma aparência. A atenção dada ao romance entre os dois acaba deixando um pouco de lado o início da Guerra, que, na minha opinião, deveria ser o foco do filme. Mas, em compensação, as lutas são bem feitas pra caralho. Apresentar Dooku, interpretado por Christopher Lee, como novo aprendiz de Darth Sidious traz a esperança de um vilão tão bom quanto Darth Maul, e, para fechar o filme de uma forma épica, a primeira vez que vemos Yoda lutando como um mestre Jedi

Episódio VI – O Retorno de Jedi – O filme que fecha a trilogia clássica é o pior dentre os 3 com certeza. A dúvida sobre se Harrison Ford voltaria a interpretar Han Solo para o terceiro filme rendeu uma introdução desastrosa. Muitas pessoas gostam de como o filme começa pelo fato de ver a Carrie Fisher naquela fantasia de odalisca do espaço, ou o que quer que fosse. Mas é impossível você achar plausível a forma como Luke Skywalker simplesmente invade o esconderijo de Jabba, the Hut. O ar de prepotência por ter se tornado Jedi (mesmo sem completar o treinamento com Yoda) não faz dele invencível. Por outro lado: Ewoks. Esses seres adoráveis que endeusam C3PO são um dos pontos altos do filme. A cena final é foda. Assistir ao embate entre Vader e Luke, a vontade de Luke de trazer redenção para seu pai, e por fim, Vader se redimindo quando derrota o Imperador, é o desfecho que esperávamos, com certeza.

 

Episódio VII – O Despertar da Força – Eu pensei em colocar esse no top 3, porque foi a primeira vez que pude assistir a um filme de uma das sagas de que eu mais sou fã no cinema. Mas só isso não basta. O desafio de começar uma nova trilogia, na minha opinião, deu muito certo com a direção de J.J. Abrams, e juntar novas personagens com antigas agrada tanto aos fãs antigos quanto os novos. Ainda há muita coisa para se resolver, até porque esse foi apenas o primeiro filme da nova trilogia, como a origem de Rey, o porquê de Finn ter conseguido se rebelar mesmo sendo um Stormtrooper, como Luke influenciará no treinamento de Rey e quem é o Supremo Líder Snoke. Além disso, ficamos nos perguntando o que aconteceu após o fim do Império e como surgiu a Primeira Ordem, coisas que esperamos que fiquem mais claras nos próximos filmes.

Episódio IV – Uma Nova Esperança – O início de tudo. Em 77, quando lançado apenas como Star Wars, trouxe um universo que, em pouco tempo, se tornou muito importante pra cultura nerd no mundo todo. Mesmo sabendo hoje que existe uma continuação para a história, eu sempre tento me imaginar como se estivesse em 77, vivendo a atmosfera, indo ao cinema para assistir ao filme. O filme começa um pouco confuso, já no meio de um confronto entre uma Destroyer do Império que perseguia a nave onde se encontrava Leia. E a partir de então, encontros e desencontros, planos, sabres de luz, lasers, a força, tudo isso nos é apresentado de uma forma épica.

Episódio III – A Vingança dos Sith – A característica que mais me agrada dessa trilogia, sem sombra de dúvidas, é o cunho político. Todos os planos do senador Palpatine para tomar o poder, a forma como ele manipulou o Senado para desacreditar os Jedi, o golpe para dissolver a República e colocar em vigor o Primeiro Império Galáctico. A maneira como Anakin é persuadido a passar para o lado negro da força, e se tornar o novo aprendiz de Darth Sidious. É um pouco desesperador, pois não estamos acostumados a ver os antagonistas vencendo. O mal prevalecer sobre o bem no filme que fecha uma trilogia é sensacional. A luta entre Anakin e Obi Wan – que acontece ao mesmo tempo em que Yoda batalha contra Darth Sidious – é empolgante e emocionante. É um filme memorável, mesmo com tantas críticas à trilogia do início dos anos 2000.

empirestrikesback

Episódio V – O Império Contra Ataca – Se na Vingança dos Sith um dos pontos que me agradam é a questão de o antagonista se dar bem, nesse filme é ainda melhor. Tudo parece ser desfavorável para a Aliança Rebelde. Após a destruição da Estrela da Morte no Episódio IV, era esperada uma resposta do Império. E a resposta foi à altura do esperado. É o melhor filme de todo o universo cinematográfico de Star Wars. A forma como todos os planos da Aliança são frustrados pelo império, as cenas icônicas como a de Luke enfrentando Darth Vader pela primeira vez, e descobrir que Vader é Anakin é um dos maiores plot twists do cinema. Além disso, Han Solo sendo petrificado após a traição de Lando Calrissian nos deixa aflitos pelo destino que terá Han, que será levado a Jabba. O fim do filme nos leva à angustia de não saber o que pode acontecer.

Star Wars é um dos universos mais importantes para a cultura nerd. E ele está aqui, mais presente do que nunca. E estamos ansiosos para ver o desfecho que está por vir.

E você, concorda com a gente na escolha da posição dos filmes?

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