Sobre superstições, metas e perseverança

Sempre estipulamos metas e objetivos para o ano que está por vir. Nos vestimos das mais diversas cores por simpatias ou crenças que só servem para que as outras pessoas entendam qual é a sua maior expectativa. Dinheiro, amor, prosperidade, paz. E é sempre assim. E eu vivo me perguntando: “por que vivemos estipulando metas e traçando planos que muitas vezes ficam pelo meio do caminho, pois desistimos assim que encontramos a primeira dificuldade?”reveillon

Perceba que isso é mais comum do que pensamos. Quantos “projeto fitness” não vemos falhar logo depois do carnaval? Quantos planos de economizar dinheiro não dão certo? É foda pensar assim, mas, muitas vezes, os planos e metas simplesmente não vingam, e às vezes a culpa nem é nossa, tampouco de não termos usado uma cor de roupa, ou não comer lentilha, ou qualquer outra simpatia.

Veja um exemplo: uma pessoa que diz que vai economizar dinheiro, mas acaba sendo demitida do trabalho pelo motivo que for; então, terá de mudar os planos, já que as contas vão apertar. Ou aquele que vira o ano de vermelho mas termina o relacionamento para curtir o carnaval. Sempre há uma situação ou outra que nos fará mudar ou desistir de alguma meta. É inevitável, porque a vida é cercada de imprevistos dos mais diversos.

Todo esse planejamento que fazemos, ano após ano, nos faz ter a sensação de estarmos no controle de nossas ações, e ter um norte nos deixa a sensação de que não estamos perdidos no caminho, que sabemos para onde devemos ir.5685c9141a9ab.image

A maior mensagem que quero que você entenda é que não dependemos de planos e superstições para que tudo isso prospere. Dependemos apenas de nós mesmos e do quanto conseguimos resistir a cada pedra no caminho. Assim, nenhuma meta estará longe demais.

Pular 7 ondas, comer lentilha, vestir roupa amarela. Nada disso ajudará se nós mesmos não corrermos atrás das mudanças que planejamos. Como disse Emicida: “Irmão, você não percebeu que vuocê é o único representante do seu sonho na face da Terra? Se isso não fizer você correr, chapa, eu não sei o que vai…“.

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